Toyota Aygo 3p 1.0 VVT-i · 68 CV (2005-2007)

2005
Gasolina
FWD
Manual 5v
Toyota Aygo - Vista 1
Toyota Aygo - Vista 2
Toyota Aygo - Vista 3
Toyota Aygo - Vista 4

Especificaciones y análisis del Toyota Aygo

Potência

68CV

Torque

93Nm

Consumo

4.6l/100

Emissões

109g/km

0-100 km/h

14.2s

Vel. Máx.

157km/h

Peso

790kg

Preço

9,000

Resumo técnico

Combustível

Gasolina

Transmissão

Manual 5v

Tração

FWD

Lugares

4 / 3 portas

Porta-malas

139 L

Tanque

35 L

Potência

50 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima68 CV / 50 kW
Torque máximo93 Nm
Tipo de combustívelGasolina
TransmissãoManual 5v

Capacidades

Tanque35 L
Porta-malas139 L

Análise detalhada do Toyota Aygo 3p 1.0 VVT-i · 68 CV (2005-2007)

Descrição geral

O Toyota Aygo de 2005, na sua versão de 3 portas e motor 1.0 VVT-i, apresenta-se como uma opção urbana compacta e eficiente. Com um preço de lançamento de 9.000 euros, este pequeno japonês procurava conquistar as ruas da cidade com a sua agilidade e baixo consumo. O seu motor a gasolina de 68 CV, combinado com uma caixa de velocidades manual de 5 velocidades, prometia uma experiência de condução simples e económica, ideal para o dia a dia.

Experiência de condução

Ao volante do Aygo, a sensação predominante é a de agilidade e facilidade. Os seus 68 CV podem parecer modestos, mas num carro que mal pesa 790 kg, são suficientes para se mover com desenvoltura no trânsito urbano. A direção assistida elétrica facilita as manobras em espaços reduzidos, e o seu reduzido diâmetro de viragem de 9,46 metros torna-o um especialista na hora de estacionar. Em estrada, a sua velocidade máxima de 157 km/h e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 14,2 segundos revelam que não é um carro para grandes velocidades, mas para trajetos curtos e eficientes. O consumo combinado de 4,6 l/100km é um dos seus pontos fortes, convidando a desfrutar de cada quilómetro sem se preocupar excessivamente com o reabastecimento.

Design e estética

O design do Toyota Aygo de 2005 é juvenil e funcional. As suas linhas compactas e a sua carroçaria de 3 portas conferem-lhe uma imagem descontraída e prática. Com um comprimento de 3405 mm, uma largura de 1615 mm e uma altura de 1465 mm, o Aygo integra-se perfeitamente no ambiente urbano. O interior, embora simples, foi concebido para maximizar o espaço e a ergonomia, oferecendo 4 lugares. A bagageira, com 139 litros, é suficiente para as compras diárias ou uma pequena mala, reafirmando a sua vocação urbana.

Tecnologia e características

No capítulo tecnológico, o Aygo de 2005 centra-se na eficiência e na simplicidade. O seu motor 1.0 VVT-i de três cilindros, com injeção indireta e cabeça e bloco de alumínio, é um exemplo de engenharia japonesa orientada para a fiabilidade e o baixo consumo. A transmissão manual de 5 velocidades é robusta e comprovada. Quanto à segurança, conta com travões de disco ventilados dianteiros e tambores traseiros, uma configuração padrão para veículos do seu segmento e época. A direção assistida elétrica é um detalhe que melhora a experiência de condução na cidade.

Concorrência

No mercado dos urbanos de 2005, o Toyota Aygo enfrentava concorrentes diretos como o Citroën C1 e o Peugeot 107, com os quais partilhava plataforma e muitos componentes, fruto de uma colaboração entre as marcas. Outros rivais incluíam o Fiat Panda, o Renault Twingo e o Volkswagen Fox, todos eles lutando para oferecer a melhor combinação de tamanho, preço e eficiência para o ambiente urbano. O Aygo distinguia-se pela reputação de fiabilidade da Toyota e o seu motor de baixo consumo.

Conclusão

O Toyota Aygo 3p 1.0 VVT-i de 2005 é um carro que cumpre com folga o seu propósito: ser um veículo urbano económico, ágil e fiável. O seu design compacto, o seu motor eficiente e a sua facilidade de condução tornam-no uma opção ideal para aqueles que procuram um companheiro fiel para a cidade. Embora não se destaque por grandes luxos ou prestações desportivas, a sua honestidade e o seu baixo custo de manutenção fazem dele uma escolha inteligente para o dia a dia. É um carro que, apesar dos anos, continua a ser uma opção sensata para a mobilidade urbana.