Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 · 109 CV (2006-2007)

2005
Gasolina
FWD
Manual 5v
Peugeot 1007 - Vista 1
Peugeot 1007 - Vista 2
Peugeot 1007 - Vista 3
Peugeot 1007 - Vista 4

Especificaciones y análisis del Peugeot 1007

Potência

109CV

Torque

147Nm

Consumo

6.9l/100

Emissões

163g/km

0-100 km/h

11.1s

Vel. Máx.

190km/h

Peso

-kg

Preço

14,350

Resumo técnico

Combustível

Gasolina

Transmissão

Manual 5v

Tração

FWD

Lugares

4 / 3 portas

Porta-malas

178 L

Tanque

40 L

Potência

80 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima109 CV / 80 kW
Torque máximo147 Nm
Tipo de combustívelGasolina
TransmissãoManual 5v

Capacidades

Tanque40 L
Porta-malas178 L

Análise detalhada do Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 · 109 CV (2006-2007)

Descrição geral

O Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 de 2005 é um veículo que, à primeira vista, desperta curiosidade. Com seu design compacto e suas portas deslizantes elétricas, apresentava-se como uma proposta inovadora no segmento dos urbanos. Não era um carro para passar despercebido, mas para aqueles que buscavam algo diferente, prático e com um toque de distinção na selva urbana. Seu preço de 14.350 € na época o posicionava como uma opção a considerar para quem valorizava a originalidade e a funcionalidade.

Experiência de condução

Ao volante do 1007 Dolce 1.6 110, a sensação é de agilidade e facilidade de manuseio. O motor de 109 CV, embora não seja um desperdício de potência, move com desenvoltura seus 11,1 segundos de 0 a 100 km/h, oferecendo uma resposta adequada para o tráfego urbano e escapadas por estrada. A direção assistida elétrica contribui para uma condução suave e precisa, enquanto a suspensão, tipo McPherson na frente e de roda arrastada com elemento torsional atrás, filtra bem as irregularidades do asfalto, proporcionando um conforto notável para seu tamanho. A velocidade máxima de 190 km/h é mais do que suficiente para um carro dessas características, convidando a desfrutar de cada trajeto com um sorriso.

Design e estética

O design do Peugeot 1007 é, sem dúvida, sua característica mais distintiva. Suas portas deslizantes elétricas não são apenas um elemento estético chamativo, mas também uma solução prática para estacionar em espaços reduzidos. A carroceria de 3 portas e suas dimensões compactas (3731 mm de comprimento, 1704 mm de largura e 1620 mm de altura) conferem-lhe uma presença única. O interior, embora não seja excessivamente espaçoso, é bem aproveitado, com 4 lugares e um porta-malas de 178 litros que, embora não seja enorme, cumpre sua função para o dia a dia. A estética geral é moderna e funcional, pensada para a vida na cidade.

Tecnologia e características

No quesito tecnológico, o Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 incorporava elementos que o faziam se destacar em sua época. Além de suas inovadoras portas deslizantes elétricas, contava com um motor de injeção indireta de gasolina, um sistema de freios com discos ventilados dianteiros e discos traseiros, e uma direção assistida elétrica que melhorava a experiência de condução. Embora não dispusesse das últimas inovações em conectividade ou assistentes de condução que vemos hoje, seu equipamento era competitivo para seu segmento e ano, oferecendo um bom equilíbrio entre funcionalidade e conforto.

Concorrência

No mercado de 2005, o Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 enfrentava rivais como o Renault Modus, o Opel Meriva ou o Fiat Idea, veículos que também apostavam na versatilidade e no espaço em um formato compacto. No entanto, o 1007 se desmarcava deles com sua proposta de design mais ousada e suas portas deslizantes, que lhe davam um toque de exclusividade e praticidade que seus concorrentes não ofereciam. Era um carro para quem buscava se diferenciar e valorizava a inovação no design e na funcionalidade.

Conclusão

O Peugeot 1007 Dolce 1.6 110 é um carro que, apesar dos anos, continua sendo um exemplo de como a inovação pode transformar a experiência de condução urbana. Seu design audacioso, suas portas deslizantes e sua agilidade o tornam uma opção interessante para quem busca um veículo com personalidade e praticidade. Embora seu consumo combinado de 6,9 l/100km e suas emissões de 163 g/km de CO2 sejam números de sua época, seu encanto reside em sua originalidade e na sensação de dirigir algo diferente. É um carro que, sem ser perfeito, deixa uma marca emocional em quem o dirige.