Especificaciones y análisis del Peugeot 1007
Potência
88CV
Torque
133Nm
Consumo
6.4l/100
Emissões
153g/km
0-100 km/h
13.6s
Vel. Máx.
173km/h
Peso
1163kg
Preço
13,950€
Resumo técnico
Gasolina
Manual 5v
FWD
4 / 3 portas
178 L
40 L
65 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Peugeot 1007 Dolce 1.4 90 · 88 CV (2005-2007)
Descrição geral
O Peugeot 1007 Dolce 1.4 90 de 2005 é um veículo que, à primeira vista, desperta curiosidade. Com o seu design compacto e as suas portas deslizantes elétricas, apresentava-se como uma proposta inovadora no segmento dos urbanos. Não é um carro para passar despercebido, mas para aqueles que procuram um toque de originalidade e praticidade no seu dia a dia.
Experiência de condução
Ao volante do 1007, a sensação é de agilidade em ambientes urbanos. O seu motor de 88 CV, embora não seja um desperdício de potência, cumpre com solvência para se mover pela cidade e realizar trajetos interurbanos sem grandes pretensões. A direção assistida elétrica facilita as manobras, e a visibilidade é boa graças à sua altura. No entanto, em estrada, a sua aceleração de 0 a 100 km/h em 13,6 segundos e a sua velocidade máxima de 173 km/h revelam que não está desenhado para grandes velocidades, mas para um uso mais relaxado e funcional. O consumo combinado de 6,4 l/100km é razoável para a época.
Design e estética
O design do Peugeot 1007 é, sem dúvida, a sua característica mais distintiva. As suas portas deslizantes elétricas são o elemento estrela, oferecendo um conforto excecional para entrar e sair em espaços reduzidos. A carroçaria de 3 portas e a sua altura conferem-lhe uma estética peculiar, a meio caminho entre um utilitário e um monovolume compacto. O interior, embora funcional, caracteriza-se pela possibilidade de personalizar os painéis das portas e os bancos, o que lhe dava um toque juvenil e descontraído. É um carro que arriscou na sua estética, e isso torna-o memorável.
Tecnologia e características
Em 2005, o 1007 incorporava tecnologia interessante para o seu segmento, destacando principalmente as suas portas deslizantes elétricas, que eram uma novidade. A direção assistida elétrica contribuía para uma condução mais confortável. Embora não contasse com os ecrãs táteis e sistemas de infoentretenimento atuais, oferecia o necessário para a época, com um foco na funcionalidade e na segurança, como o demonstram os seus travões de disco ventilados dianteiros e a sua suspensão tipo McPherson.
Concorrência
Na sua época, o Peugeot 1007 enfrentava rivais como o Renault Modus ou o Opel Meriva, veículos que também apostavam na versatilidade e no espaço num formato compacto. No entanto, o 1007 destacava-se deles com as suas portas deslizantes, um elemento que o tornava único e que, para alguns, era um grande atrativo, enquanto para outros, um inconveniente pelo seu peso e complexidade. A sua proposta era mais audaciosa e menos convencional do que a dos seus concorrentes diretos.
Conclusão
O Peugeot 1007 Dolce 1.4 90 foi um carro valente, uma aposta arriscada da Peugeot pela inovação e funcionalidade no segmento urbano. As suas portas deslizantes elétricas são a sua imagem de marca e o seu maior atrativo, oferecendo um conforto inigualável na cidade. Embora o seu desempenho não seja desportivo, cumpre com folga para o dia a dia. É um carro que, apesar de não ter sido um sucesso de vendas retumbante, deixou uma marca pela sua originalidade e pela sua abordagem prática. Para aqueles que procuram um carro com personalidade e soluções inteligentes para a vida urbana, o 1007 continua a ser uma opção interessante no mercado de segunda mão.




