Especificaciones y análisis del Nissan Juke
Potência
117CV
Torque
158Nm
Consumo
6.3l/100
Emissões
145g/km
0-100 km/h
11.5s
Vel. Máx.
170km/h
Peso
1288kg
Preço
19,950€
Resumo técnico
Gasolina
Automático Múltiplesv
FWD
5 / 5 portas
251 L
46 L
86 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Nissan Juke Tekna Premium 1.6i 117 CV 4X2 Xtronic CVT (2010-2012)
Descrição geral
O Nissan Juke de 2010 irrompeu no mercado como uma proposta ousada e diferente, um crossover compacto que desafiava as convenções com sua estética inovadora. Com seu motor a gasolina de 1.6 litros e 117 CV, associado a uma transmissão automática Xtronic CVT, prometia uma experiência de condução urbana ágil e confortável, ideal para quem buscava se destacar na selva de asfalto. Seu preço de 19.950 euros o posicionava como uma opção atraente dentro de seu segmento, oferecendo um equilíbrio entre estilo, funcionalidade e um toque de excentricidade.
Experiência de condução
Ao volante do Juke, a sensação é de agilidade e facilidade. A direção assistida elétrica, sensível à velocidade, oferece uma resposta precisa que facilita as manobras na cidade. A suspensão tipo McPherson dianteira e de roda arrastada com elemento torsional traseira, embora simples, cumpre sua função absorvendo as irregularidades do terreno sem sacrificar muito o conforto. O motor de 117 CV, embora não seja um desperdício de potência, mostra-se suficiente para o dia a dia, e a transmissão CVT, embora possa gerar um som monótono em acelerações fortes, contribui para uma condução suave e sem solavancos. A aceleração de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e uma velocidade máxima de 170 km/h o situam na média de sua categoria, sem pretensões esportivas, mas com a capacidade de se desenvolver com desenvoltura.
Design e estética
O design é, sem dúvida, o ponto mais distintivo do Nissan Juke. Suas linhas ousadas e sua estética de 'crossover coupé' o tornavam inconfundível. Os faróis dianteiros divididos, com as luzes de posição na parte superior e os faróis principais integrados no para-choque, davam-lhe um olhar único. A carroceria de cinco portas, com as maçanetas das portas traseiras ocultas, contribuía para essa imagem de coupé. No interior, o design também era original, com um console central inspirado no tanque de uma motocicleta, que trazia um toque juvenil e descontraído. Apesar de suas dimensões compactas (4135 mm de comprimento, 1765 mm de largura e 1570 mm de altura), oferecia um habitáculo funcional, embora o porta-malas de 251 litros pudesse ser um pouco limitado para algumas necessidades.
Tecnologia e características
Em termos de tecnologia, o Nissan Juke de 2010, em sua versão Tekna Premium, oferecia um equipamento completo para a época. Contava com injeção indireta de gasolina, um sistema de freios com discos ventilados dianteiros e discos traseiros, e uma direção assistida elétrica. A transmissão automática Xtronic CVT, embora não fosse a mais avançada, proporcionava uma condução suave e eficiente. Em termos de segurança, incluía os sistemas habituais da época. Seu consumo combinado de 6,3 l/100km e emissões de CO2 de 145 g/km o situavam na categoria Euro 5, com etiqueta ambiental C, o que refletia um compromisso com a eficiência para seu tempo.
Concorrência
No momento de seu lançamento, o Nissan Juke enfrentava uma crescente concorrência no segmento dos crossovers compactos. Seus principais rivais incluíam modelos como o MINI Countryman, que oferecia uma abordagem mais premium e personalizável, o Skoda Yeti, com uma proposta mais prática e robusta, e o Dacia Duster, que competia em preço. Cada um deles oferecia uma personalidade e um enfoque diferente, mas o Juke se destacava por seu design radical e sua aposta na diferenciação, atraindo um público que buscava algo mais do que um simples carro.
Conclusão
O Nissan Juke de 2010 foi um carro que não deixou ninguém indiferente. Seu design polarizador foi sua maior força e, para alguns, sua maior fraqueza. No entanto, soube criar um nicho de mercado e atrair aqueles que buscavam um veículo com personalidade e um toque de originalidade. Oferecia uma condução agradável e eficiente para o ambiente urbano, um equipamento completo e uma confiabilidade mecânica que o tornava uma opção sensata para o dia a dia. Apesar de algumas limitações no espaço do porta-malas, sua proposta geral era sólida e atraente para um público jovem e moderno que valorizava a estética e a diferenciação.




