Nissan Juke Acenta 1.5 dCi 110 CV Stop&Start 4X2 (2013)

2010
Gasóleo
FWD
Manual 6v
Nissan Juke - Vista 1
Nissan Juke - Vista 2
Nissan Juke - Vista 3
Nissan Juke - Vista 4

Especificaciones y análisis del Nissan Juke

Potência

110CV

Torque

260Nm

Consumo

4.2l/100

Emissões

109g/km

0-100 km/h

11.2s

Vel. Máx.

175km/h

Peso

1370kg

Preço

19,450

Resumo técnico

Combustível

Gasóleo

Transmissão

Manual 6v

Tração

FWD

Lugares

5 / 5 portas

Porta-malas

251 L

Tanque

46 L

Potência

81 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima110 CV / 81 kW
Torque máximo260 Nm
Tipo de combustívelGasóleo
TransmissãoManual 6v

Capacidades

Tanque46 L
Porta-malas251 L

Análise detalhada do Nissan Juke Acenta 1.5 dCi 110 CV Stop&Start 4X2 (2013)

Descrição geral

O Nissan Juke de 2010 irrompeu no mercado como uma proposta ousada e diferente, um crossover compacto que desafiava as convenções com sua estética inovadora. Este modelo, em sua versão Acenta 1.5 dCi de 110 CV com Stop&Start e tração 4x2, apresentava-se como uma opção interessante para quem buscava um veículo com personalidade e eficiência.

Experiência de condução

Ao volante do Juke, a sensação é de agilidade e dinamismo. Seu motor diesel de 110 CV, embora não seja um desperdício de potência, oferece uma resposta adequada para o dia a dia e um consumo muito contido. A direção assistida elétrica e sensível à velocidade proporciona uma boa conexão com a estrada, enquanto a suspensão, tipo McPherson na frente e de roda arrastada com elemento torsional atrás, filtra as irregularidades sem sacrificar um toque de firmeza que convida a uma condução ágil. A caixa de câmbio manual de seis velocidades é precisa e contribui para uma experiência de condução prazerosa. A posição de condução elevada oferece uma boa visibilidade, embora a peculiar forma da carroceria possa exigir um breve período de adaptação para se acostumar às suas dimensões.

Design e estética

O design é, sem dúvida, o ponto mais distintivo do Nissan Juke. Suas linhas arrojadas e sua estética de cupê elevado o fizeram se destacar desde o primeiro momento. Os faróis dianteiros divididos, com as luzes de posição na parte superior e os faróis principais integrados no para-choque, conferem-lhe um olhar único. A traseira, com suas lanternas inspiradas no 370Z, e os para-lamas marcados, reforçam seu caráter esportivo e robusto. No interior, o design não é menos original, com um console central inspirado no tanque de uma motocicleta, que adiciona um toque de cor e personalidade. Os materiais, embora não sejam de luxo, cumprem sua função e o conjunto transmite uma sensação de solidez.

Tecnologia e características

Em termos de tecnologia, o Nissan Juke de 2010, nesta versão Acenta, oferecia o essencial para a época. O motor 1.5 dCi de 110 CV incorporava injeção direta common rail, turbo de geometria variável e intercooler, o que garantia boa eficiência e desempenho adequado. A inclusão do sistema Stop&Start contribuía para reduzir o consumo de combustível e as emissões em ambientes urbanos. A direção assistida elétrica e sensível à velocidade melhorava a manobrabilidade e a sensação de controle. No quesito segurança, contava com freios a disco ventilados na frente e discos sólidos atrás, garantindo uma frenagem eficaz. Embora não se destacasse por uma profusão de sistemas avançados de assistência à condução, seu equipamento era competitivo para seu segmento e ano.

Concorrência

Quando o Nissan Juke chegou ao mercado, ele enfrentou um segmento de crossovers compactos que começava a despontar. Seus principais rivais eram modelos como o MINI Countryman, que oferecia uma abordagem mais premium e um design retrô, ou o Skoda Yeti, com uma proposta mais prática e funcional. Também competia com SUVs mais tradicionais como o Dacia Duster, que apostava em um preço mais ajustado, ou até mesmo com compactos elevados como o Citroën C4 Cactus em suas versões iniciais. O Juke diferenciava-se de todos eles por seu design radical e sua abordagem mais juvenil e descontraída, buscando um público que valorizava a originalidade acima de tudo.

Conclusão

O Nissan Juke de 2010, especialmente nesta configuração diesel, foi um carro que não deixou ninguém indiferente. Seu design polarizador foi sua maior força e, ao mesmo tempo, sua maior fraqueza, atraindo aqueles que buscavam algo diferente e afastando os mais conservadores. Oferecia um equilíbrio interessante entre eficiência, graças ao seu motor dCi e ao sistema Stop&Start, e um comportamento dinâmico ágil. Era um veículo ideal para a cidade e escapadas ocasionais, com um tamanho compacto que facilitava o estacionamento e uma posição de condução elevada que proporcionava segurança. Em suma, o Juke foi um pioneiro em seu segmento, um carro com caráter que marcou tendência e demonstrou que se podia inovar no design automotivo.