Especificaciones y análisis del Jaguar XF
Potência
241CV
Torque
500Nm
Consumo
6.3l/100
Emissões
169g/km
0-100 km/h
7.1s
Vel. Máx.
240km/h
Peso
1885kg
Preço
53,600€
Resumo técnico
Gasóleo
Automático 6v
RWD
5 / 4 portas
540 L
64 L
177 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Jaguar XF 3.0 V6 Diesel Classic 240 CV (2011-2012)
Descrição geral
O Jaguar XF de 2011 não é apenas uma berlina de luxo, é uma declaração de intenções. Rompendo com o classicismo dos seus antecessores, este felino britânico chegou para injetar paixão e modernidade num segmento dominado pela sobriedade alemã. Com o seu motor V6 diesel de 240 cv, prometia um equilíbrio sublime entre um desempenho robusto e um requinte excecional, envolvendo o condutor numa aura de exclusividade e elegância dinâmica.
Experiência de condução
Sentar-se ao volante é um ritual. O motor V6 diesel de 3.0 litros desperta com um murmúrio grave e poderoso, entregando os seus 500 Nm de binário com uma suavidade avassaladora desde rotações muito baixas. A aceleração é um impulso constante e viciante, capaz de o catapultar dos 0 aos 100 km/h em 7,1 segundos sem o menor indício de drama. A tração traseira e um chassis soberbamente afinado convidam a encadear curvas com uma agilidade inesperada para o seu tamanho, enquanto a suspensão cria um tapete mágico que o isola do mundo exterior. É um carro que devora quilómetros com uma postura imperial.
Design e estética
O design de Ian Callum para o XF foi uma obra-prima que redefiniu a identidade da Jaguar. A sua silhueta, que funde a elegância de uma berlina com a desportividade de um coupé, continua a virar cabeças por onde passa. Mas a verdadeira magia acontece ao abrir a porta: o botão de arranque pulsa a vermelho e, ao pressioná-lo, o seletor de velocidades circular emerge da consola central enquanto as grelhas de ventilação rodam para se abrirem. É um espetáculo teatral que o faz sentir-se especial cada vez que inicia uma viagem.
Tecnologia e características
Na sua época, o XF oferecia uma tecnologia focada no conforto e na experiência de condução. O ecrã tátil central geria a navegação e o entretenimento, embora a sua interface não fosse a mais rápida do mercado. No entanto, o verdadeiro trunfo tecnológico residia na sua engenharia: a direção hidráulica com assistência variável oferecia uma sensação pura e comunicativa, e a caixa de velocidades automática de 6 velocidades adaptava-se inteligentemente ao estilo de condução. Não procurava sobrecarregar com gadgets, mas sim potenciar a ligação entre o homem e a máquina.
Concorrência
Este felino britânico enfrentou sem complexos os titãs alemães da época. Os seus rivais diretos eram o BMW Série 5, o Mercedes-Benz Classe E e o Audi A6, especialmente nas suas versões diesel de seis cilindros. Enquanto os alemães apostavam na perfeição técnica e na eficiência, o Jaguar XF jogava a carta do carisma, do design emocional e de uma experiência de condução com uma alma diferente, mais calorosa e distinta.
Conclusão
O Jaguar XF 3.0 V6 Diesel é muito mais do que um simples meio de transporte; é uma experiência sensorial. É a escolha de quem procura diferenciar-se, de quem valoriza a beleza e o caráter acima da lógica fria. Apesar dos anos, a sua combinação de potência refinada, conforto soberano e um design que apaixona mantém-no como uma opção incrivelmente sedutora. Conduzir este Jaguar não é apenas chegar a um destino, é desfrutar de uma viagem cheia de classe e emoção.




