Especificaciones y análisis del Ferrari 550 Barchetta
Potência
485CV
Torque
568Nm
Consumo
-l/100
Emissões
-g/km
0-100 km/h
4.4s
Vel. Máx.
300km/h
Peso
1690kg
Preço
248,305€
Resumo técnico
Gasolina
Manual 6v
RWD
2 / 2 portas
- L
114 L
357 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Ferrari 550 Barchetta · 485 CV (2001-2002)
Descrição geral
A Ferrari 550 Barchetta não é apenas um carro, é uma celebração sobre rodas. Nascida em 2001 para comemorar o 70º aniversário da Pininfarina, esta descapotável é uma edição limitada que captura a essência mais pura dos GT de motor dianteiro V12 de Maranello. É um convite para sentir a condução no seu estado mais visceral, uma joia destinada a poucos afortunados que procuram uma ligação autêntica com a máquina e o asfalto.
Experiência de condução
Assumir o volante da 550 Barchetta é despertar todos os sentidos. O rugido do V12 de 5,5 litros e 485 cavalos ao ganhar vida é uma melodia viciante que o acompanha em cada aceleração. O toque metálico e preciso da alavanca de velocidades manual de seis velocidades, com a sua grelha icónica, torna-o parte da mecânica. Sentir o vento, ouvir o motor sem filtros e dominar a potência que se liberta para o eixo traseiro é uma experiência avassaladora e gloriosa, um balé de potência e controlo que o lembra porque ama conduzir.
Design e estética
A silhueta da 550 Barchetta é pura elegância e músculo, uma obra-prima assinada pela Pininfarina. O seu longo capô esconde a besta mecânica, enquanto a traseira curta e recolhida evoca os lendários roadsters de competição dos anos 50 e 60. A ausência de um tejadilho convencional, substituído por uma capota de lona de emergência, acentua o seu caráter radical e a sua beleza escultural. Cada linha, cada curva, foi desenhada para apaixonar, para ser admirada tanto em movimento como parada.
Tecnologia e características
A tecnologia da 550 Barchetta é uma homenagem à engenharia mecânica na sua máxima expressão. Aqui não encontrará ecrãs táteis nem ajudas eletrónicas supérfluas. Tudo está focado na pureza da condução: um chassis tubular de aço, suspensões de duplo triângulo e um motor V12 atmosférico acoplado a uma transmissão manual transaxle para uma distribuição de peso quase perfeita. É tecnologia analógica ao serviço do prazer, um carro que exige habilidade e o recompensa com uma comunicação direta e sem filtros.
Concorrência
Na sua época, poucos carros podiam oferecer uma experiência semelhante. O Aston Martin DB7 Vantage Volante aproximava-se no conceito de GT V12 descapotável, mas com uma abordagem mais burguesa. O Porsche 911 Turbo Cabriolet oferecia um desempenho brutal, mas carecia da alma e do dramatismo do motor dianteiro italiano. Na verdade, a 550 Barchetta jogava na sua própria liga, sendo um carro mais exclusivo e passional, um verdadeiro objeto de coleção que competia mais contra a história da própria Ferrari do que contra os seus contemporâneos.
Conclusão
A Ferrari 550 Barchetta é muito mais do que um supercarro; é um testamento de uma era dourada do automobilismo. Representa o culminar do grand tourer analógico, uma máquina que o exige como piloto e o recompensa com sensações inesquecíveis. É um investimento em emoção, uma peça da história automóvel que só se valoriza em todos os sentidos. Conduzi-la é entender o verdadeiro significado da paixão pela Ferrari.




