Especificaciones y análisis del Citroën C4
Potência
90CV
Torque
215Nm
Consumo
4.5l/100
Emissões
120g/km
0-100 km/h
12.5s
Vel. Máx.
180km/h
Peso
1330kg
Preço
14,340€
Resumo técnico
Gasóleo
Manual 5v
FWD
5 / 3 portas
314 L
60 L
66 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Citroën C4 Coupé HDi 92 Collection · 90 CV (2008)
Descrição geral
O Citroën C4 Coupé de 2008 não era apenas um carro, era uma declaração de intenções. Num mercado de compactos muitas vezes previsível, a Citroën atreveu-se a quebrar o molde com uma proposta que fundia audácia, tecnologia e o inconfundível 'charme' francês, criando um veículo que despertava paixões e não deixava ninguém indiferente.
Experiência de condução
Ao volante, o motor HDi de 90 cavalos envolve-o numa experiência de condução suave e serena. Não procura a vertigem da aceleração, mas sim o prazer de uma viagem tranquila e eficiente, com um consumo ridiculamente baixo que o faz sorrir em cada posto de gasolina. A sua suspensão, fiel à tradição da Citroën, filtra as imperfeições do asfalto com mestria, priorizando um conforto soberbo que o convida a devorar quilómetros sem fadiga. É um carro que o ensina a desfrutar da viagem, não apenas do destino.
Design e estética
O seu design é pura emoção. A silhueta coupé, com aquela traseira cortada a direito e óticas traseiras únicas, era uma obra de arte rolante que desafiava o convencional. Por dentro, a revolução continuava com o seu icónico volante de cubo fixo e a instrumentação digital central, criando um posto de condução futurista que o fazia sentir-se aos comandos de uma nave espacial. Era um carro para quem via o design como uma extensão da sua própria personalidade.
Tecnologia e características
Para a sua época, o C4 Coupé parecia um carro do futuro. O ecrã central translúcido que projetava a velocidade no painel de instrumentos era um detalhe mágico. O volante multifunções de centro fixo, embora controverso, agrupava uma quantidade surpreendente de controlos ao alcance dos dedos, desde o controlo de cruzeiro ao sistema de áudio. Foi uma aposta corajosa numa ergonomia diferente e numa digitalização que se adiantou ao seu tempo.
Concorrência
No campo de batalha dos compactos de três portas, enfrentou titãs como o Volkswagen Golf, o SEAT León ou o Opel Astra GTC. Enquanto os seus rivais alemães apostavam na sobriedade e na desportividade, e o Renault Mégane Coupé também jogava a carta do design, o C4 distinguia-se por ser a alternativa mais vanguardista e confortável. Era a escolha do coração para quem procurava diferenciar-se do resto com um toque de originalidade e conforto supremo.
Conclusão
O Citroën C4 Coupé HDi 92 é muito mais do que um carro usado; é um pedaço da história do design automóvel. Um veículo com uma alma imensa, que demonstrou que a eficiência e a praticidade não têm de estar em conflito com a audácia e a beleza. Conduzi-lo hoje é um ato de nostalgia e, ao mesmo tempo, uma reivindicação da originalidade, uma recordação de uma época em que a Citroën se atreveu a sonhar e nos presenteou com um carro inesquecível.




