Citroën C4 Picasso Black Top THP 155 CMP6 · 156 CV (2012)

2011
Gasolina
FWD
Automático 6v
Citroën C4 Picasso - Vista 1
Citroën C4 Picasso - Vista 2
Citroën C4 Picasso - Vista 3
Citroën C4 Picasso - Vista 4

Especificaciones y análisis del Citroën C4 Picasso

Potência

156CV

Torque

240Nm

Consumo

6.9l/100

Emissões

159g/km

0-100 km/h

10.3s

Vel. Máx.

204km/h

Peso

1505kg

Preço

24,720

Resumo técnico

Combustível

Gasolina

Transmissão

Automático 6v

Tração

FWD

Lugares

5 / 5 portas

Porta-malas

500 L

Tanque

60 L

Potência

115 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima156 CV / 115 kW
Torque máximo240 Nm
Tipo de combustívelGasolina
TransmissãoAutomático 6v

Capacidades

Tanque60 L
Porta-malas500 L

Análise detalhada do Citroën C4 Picasso Black Top THP 155 CMP6 · 156 CV (2012)

Descrição geral

O Citroën C4 Picasso de 2011 não é apenas uma minivan, é uma declaração de intenções. Num mundo de carros funcionais mas previsíveis, a Citroën deu-nos o 'Visiospace', uma bolha de vidro e conforto pensada para sentir a viagem tanto quanto o destino. Esta versão Black Top com o motor THP de 156 cv representa o culminar dessa filosofia, combinando um desempenho competente com um estilo único que te faz sentir especial no asfalto do dia a dia.

Experiência de condução

Conduzir o C4 Picasso é como flutuar num tapete mágico. A suspensão absorve as imperfeições com uma suavidade que te isola do mundo exterior, enquanto o para-brisas panorâmico inunda o habitáculo de luz, criando uma sensação de liberdade e espaço incomparáveis. O motor THP de 156 cv empurra com energia e decisão desde baixas rotações, tornando as ultrapassagens e as entradas em vias rápidas uma mera formalidade. No entanto, a caixa de velocidades pilotada CMP6 requer um período de adaptação; o seu funcionamento por vezes hesitante convida a uma condução tranquila e relaxada, que é onde este carro realmente brilha e te conquista.

Design e estética

O seu design é pura vanguarda e audácia, mesmo uma década depois. A silhueta arredondada e fluida maximiza o espaço interior, mas é a frente, com o seu gigantesco para-brisas que se estende quase até ao meio do tejadilho, que define o seu caráter. É uma obra de arte funcional. No interior, o volante de cubo fixo e a instrumentação digital centralizada rompem com o estabelecido, criando um posto de condução limpo e futurista. A edição Black Top, com o seu tejadilho preto e jantes de 18 polegadas, acrescenta um toque de elegância e distinção que o eleva acima dos seus concorrentes.

Tecnologia e características

Para a sua época, o C4 Picasso oferecia um compêndio tecnológico focado no conforto e na facilidade de utilização. A instrumentação totalmente digital e personalizável era um golpe de mestre que centralizava toda a informação de forma clara. A direção eletro-hidráulica, o travão de estacionamento elétrico e os múltiplos compartimentos de arrumação demonstram um estudo aprofundado da vida a bordo. Embora não tivesse os ecrãs táteis atuais, o seu foco na automatização de tarefas e na criação de uma atmosfera serena era o seu maior trunfo tecnológico.

Concorrência

No competitivo segmento das minivans compactas, enfrentou titãs como o Renault Scénic, o Ford C-MAX ou o Volkswagen Touran. Enquanto os seus rivais apostavam num comportamento mais dinâmico ou numa sobriedade alemã, o C4 Picasso jogava na sua própria liga: a do conforto absoluto, da luminosidade e de um design que não deixava ninguém indiferente. Era a escolha passional para famílias que não queriam renunciar ao estilo e a uma experiência de viagem única.

Conclusão

O Citroën C4 Picasso THP 155 é muito mais do que um simples meio de transporte; é um refúgio sobre rodas. Um carro que prioriza o bem-estar dos seus ocupantes acima de tudo, envolvendo-os num ambiente luminoso, espaçoso e extraordinariamente confortável. Apesar de uma caixa de velocidades com caráter próprio, o seu motor competente e o seu design intemporal tornam-no uma opção incrivelmente carismática. É um veículo para quem entende que o verdadeiro luxo numa viagem não é a velocidade, mas a qualidade do tempo partilhado.