Especificaciones y análisis del Caterham Seven
Potência
165CV
Torque
175Nm
Consumo
8.4l/100
Emissões
-g/km
0-100 km/h
5.1s
Vel. Máx.
202km/h
Peso
650kg
Preço
40,723€
Resumo técnico
Gasolina
Manual 6v
RWD
2 / 2 portas
75 L
36 L
121 kW
Atual
Especificações técnicas
Motor
Capacidades
Análise detalhada do Caterham Super Seven Rover Series 1800 VVC · 165 CV (2000-2004)
Descrição geral
O Caterham Super Seven 1800 VVC não é apenas um carro, é a destilação mais pura do automobilismo. Herdeiro direto do lendário Lotus Seven de Colin Chapman, este veículo encarna a filosofia de 'adicionar leveza'. É uma máquina atemporal que o transporta para uma era onde a conexão entre piloto e asfalto era tudo o que importava, uma declaração de intenções sobre rodas.
Experiência de condução
Assumir o volante é uma explosão sensorial. Com apenas 650 kg de peso e 165 cv a empurrar por trás, a aceleração de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos cola-o ao assento de uma forma visceral. Sem filtros, sem assistências, cada imperfeição da estrada é sentida através da direção de pinhão e cremalheira e do chassi. O som do motor Rover VVC a subir até às 6800 rpm, o vento a bater na sua cara e o toque mecânico da caixa manual de 6 velocidades criam uma experiência de condução crua, viciante e inesquecível. É sentir a velocidade no seu estado mais puro.
Design e estética
O seu design é uma ode à funcionalidade. Não há um único grama de adorno supérfluo. O capô longo, as rodas expostas, a carroçaria mínima de alumínio e a sua silhueta minúscula de apenas 3,38 metros gritam 'desempenho'. Não procura ser bonito, procura ser eficaz. Cada linha e cada painel estão lá por uma razão: reduzir o peso e maximizar a conexão com o ambiente. É a beleza da engenharia honesta e sem compromissos.
Tecnologia e características
A tecnologia deste Caterham reside na sua brilhante simplicidade mecânica, não em ecrãs táteis ou ajudas eletrónicas. O seu coração é o motor Rover 1.8 VVC de 165 cv, uma joia da engenharia leve. A suspensão de triângulos sobrepostos à frente e um eixo De Dion atrás, juntamente com uma caixa manual de seis velocidades e a ausência total de direção assistida ou ABS, formam um conjunto que exige habilidade e recompensa com uma comunicação total. É tecnologia analógica na sua máxima expressão.
Concorrência
Encontrar um rival direto para uma experiência tão única é quase impossível. Poderíamos pensar num Lotus Elise da mesma época, que partilha a filosofia de baixo peso, mas com uma abordagem ligeiramente mais civilizada. Outros concorrentes seriam veículos de nicho ou 'kit cars' que priorizam a condução pura sobre o conforto. Até um Mazda MX-5 preparado para pista poderia aproximar-se em espírito, mas nenhum oferece a crueza e a autenticidade de um Seven.
Conclusão
O Caterham Super Seven é muito mais do que um carro; é uma máquina de emoções, um antídoto para a apatia do transporte moderno. Não é prático, não é confortável e certamente não é para todos. É uma compra puramente passional, um brinquedo para fins de semana e dias de pista que o lembra porque se apaixonou pela condução. Possuí-lo é um compromisso, mas conduzi-lo é um privilégio que o conecta com a própria essência do automobilismo.




