BMW 316d Berlina Aut. · 116 CV (2012)

2012
Gasóleo
RWD
Automático 8v
BMW Serie 3 - Vista 1
BMW Serie 3 - Vista 2
BMW Serie 3 - Vista 3
BMW Serie 3 - Vista 4

Especificaciones y análisis del BMW Serie 3

Potência

116CV

Torque

260Nm

Consumo

4.4l/100

Emissões

116g/km

0-100 km/h

11.2s

Vel. Máx.

202km/h

Peso

1505kg

Preço

32,464

Resumo técnico

Combustível

Gasóleo

Transmissão

Automático 8v

Tração

RWD

Lugares

5 / 4 portas

Porta-malas

480 L

Tanque

57 L

Potência

85 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima116 CV / 85 kW
Torque máximo260 Nm
Tipo de combustívelGasóleo
TransmissãoAutomático 8v

Capacidades

Tanque57 L
Porta-malas480 L

Análise detalhada do BMW 316d Berlina Aut. · 116 CV (2012)

Descrição geral

O BMW Série 3 de 2012, na sua versão 316d, representa a porta de entrada para o universo das berlinas premium de Munique. Não é apenas um carro, é uma declaração de intenções: a promessa de desfrutar do lendário prazer de conduzir da BMW, envolto num pacote de eficiência e racionalidade. É o equilíbrio perfeito para quem anseia pelo emblema e pela dinâmica de um Série 3 sem renunciar a um consumo contido, sentindo desde o primeiro momento que se está ao volante de algo especial.

Experiência de condução

Assumir o controlo do 316d é uma experiência de requinte e controlo. Apesar dos seus 116 cavalos, a sensação não é de carência, mas de suficiência e suavidade. O motor diesel empurra com decisão desde baixas rotações, e a soberba caixa de velocidades automática de 8 velocidades gere a potência com uma inteligência e fluidez que nos fazem esquecer que existe. A tração traseira conecta-nos ao asfalto, transmitindo uma agilidade e um equilíbrio em curva que emocionam. É um carro que não grita a sua desportividade, sussurra-a em cada viragem precisa do volante e em cada viagem confortável na autoestrada.

Design e estética

O design desta geração F30 é uma obra de arte intemporal. As suas linhas são afiadas e musculosas, com um olhar penetrante graças aos seus faróis que se unem à icónica grelha em duplo rim. As proporções são as de uma berlina desportiva clássica: um capô longo que alberga o motor longitudinal, um habitáculo recuado e uma traseira curta e imponente. Cada ângulo exala elegância e dinamismo, uma aura de prestígio que não passa de moda e que continua a virar cabeças por onde passa. É um carro que 'veste', que nos faz sentir orgulhosos de o estacionar em qualquer lugar.

Tecnologia e características

Em 2012, este Série 3 já era uma referência tecnológica. A sua maior joia é a transmissão automática de 8 velocidades, uma peça de engenharia que transformou a experiência de condução no seu segmento pela sua rapidez e eficiência. O sistema iDrive, com o seu ecrã central, tornava-se o centro nevrálgico do veículo, oferecendo um controlo intuitivo sobre o entretenimento e a informação. Além disso, a inclusão de tecnologias como o sistema Start-Stop e os diferentes modos de condução demonstrava o compromisso da BMW com a eficiência sem sacrificar o dinamismo inerente à marca.

Concorrência

No seleto clube das berlinas médias premium, o BMW 316d enfrentava titãs como o Audi A4 e o Mercedes-Benz Classe C. Enquanto o Audi A4 apostava na tração dianteira ou integral e em interiores de qualidade requintada, e o Classe C se erguia como o estandarte do conforto e do luxo, o Série 3 jogava uma carta única e imbatível: a emoção ao volante. O seu chassis de tração traseira e a sua afinação conferiam-lhe uma alma desportiva que os seus concorrentes diretos simplesmente não conseguiam replicar com a mesma pureza.

Conclusão

O BMW 316d de 2012 é muito mais do que a versão de entrada; é a essência da BMW destilada na sua forma mais inteligente. É um carro que oferece sensações de condução autênticas e uma qualidade premium palpável em cada detalhe, mas com a sensatez de um consumo de combustível extraordinariamente baixo. Representa a compra passional e racional ao mesmo tempo, uma berlina que satisfaz tanto o coração do condutor como a mente do proprietário. Um verdadeiro Série 3 em todos os sentidos, que demonstra que não é preciso a potência máxima para experimentar a satisfação máxima.