Audi TT Roadster 2.0 TDI quattro · 170 CV (2010-2012)

2010
Gasóleo
AWD
Manual 6v
Audi TT - Vista 1
Audi TT - Vista 2
Audi TT - Vista 3
Audi TT - Vista 4

Especificaciones y análisis del Audi TT

Potência

170CV

Torque

350Nm

Consumo

5.5l/100

Emissões

144g/km

0-100 km/h

7.7s

Vel. Máx.

223km/h

Peso

1490kg

Preço

44,470

Resumo técnico

Combustível

Gasóleo

Transmissão

Manual 6v

Tração

AWD

Lugares

2 / 2 portas

Porta-malas

250 L

Tanque

- L

Potência

125 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima170 CV / 125 kW
Torque máximo350 Nm
Tipo de combustívelGasóleo
TransmissãoManual 6v

Capacidades

Tanque0 L
Porta-malas250 L

Análise detalhada do Audi TT Roadster 2.0 TDI quattro · 170 CV (2010-2012)

Descrição geral

O Audi TT Roadster 2.0 TDI quattro é uma declaração de intenções, uma fusão audaciosa de mundos aparentemente opostos. Imagine a liberdade de conduzir a céu aberto, o vento no seu rosto, mas com a força imparável e a eficiência de um motor a diesel e a segurança total da tração quattro. É um carro que quebrou moldes, oferecendo uma experiência roadster única para o condutor que procura estilo, desempenho e uma surpreendente racionalidade em cada quilómetro.

Experiência de condução

Ao volante, a sensação é de um impulso imediato e contundente. Os 350 Nm de torque colam-no ao assento desde rotações muito baixas, uma força que parece inesgotável. A caixa de velocidades manual de seis velocidades conecta-o diretamente com a mecânica, enquanto a tração quattro transmite uma confiança absoluta, permitindo-lhe traçar curvas com uma precisão e um equilíbrio imperturbáveis, independentemente do clima. Não é o uivo de um motor a gasolina, é o rugido de um atleta de fundo, potente e constante, que o convida a devorar quilómetros de estrada com o céu como único teto.

Design e estética

O design do Audi TT de segunda geração é simplesmente icónico, uma escultura rolante que envelheceu com uma graça excecional. As suas linhas curvas e musculosas, a sua postura atlética e compacta, e a sua inconfundível silhueta roadster com a capota de lona rebatida, evocam uma desportividade pura e intemporal. O interior é um santuário de minimalismo e qualidade, focado no condutor, onde cada detalhe, desde as saídas de ar circulares de alumínio até ao toque dos materiais, grita 'premium'. É um objeto de desejo que apaixona tanto parado como em movimento.

Tecnologia e características

Este TT é um claro exemplo do lema 'Na vanguarda da técnica'. O seu motor TDI com injeção common-rail e turbo de geometria variável foi uma proeza de engenharia na sua época, alcançando um equilíbrio quase perfeito entre desempenho e um consumo de apenas 5,5 litros aos cem. A tração integral quattro não é um mero acréscimo, é o coração do seu comportamento dinâmico, garantindo uma motricidade e segurança superlativas. Complementado por uma direção assistida elétrica sensível à velocidade, este roadster demonstrou que a tecnologia podia servir tanto a emoção como a inteligência.

Concorrência

Encontrar um rival direto para o TT Roadster TDI é quase impossível; ele jogava na sua própria liga. Enquanto roadsters premium como o BMW Z4 ou o Mercedes-Benz SLK da época apostavam exclusivamente em motores a gasolina, o Audi oferecia uma alternativa única. Enfrentava-os com armas diferentes: um torque avassalador, uma autonomia de viagem inigualável e a segurança da tração integral. Era a escolha para quem amava o conceito de descapotável de dois lugares mas não queria renunciar à praticidade e ao baixo custo de utilização no dia a dia.

Conclusão

O Audi TT Roadster 2.0 TDI quattro é muito mais do que um carro; é uma filosofia. Uma combinação corajosa e bem-sucedida de design apaixonante, condução a céu aberto, segurança para todo o ano e uma eficiência surpreendente. Talvez não seja a opção do purista tradicional, mas para o condutor inteligente que valoriza a versatilidade, o estilo e um desempenho cheio de torque, este carro representa uma das propostas mais completas e fascinantes do seu tempo. Um clássico moderno que demonstra que a lógica e a emoção podem, e devem, andar de mãos dadas.