Audi R8 Coupé 5.2 FSI V10 397 kW (540 CV) quattro S tronic · 540 CV (2015-2018)

2015
Gasolina
AWD
Automático 7v
Audi R8 - Vista 1
Audi R8 - Vista 2
Audi R8 - Vista 3
Audi R8 - Vista 4

Especificaciones y análisis del Audi R8

Potência

540CV

Torque

540Nm

Consumo

11.4l/100

Emissões

272g/km

0-100 km/h

3.5s

Vel. Máx.

320km/h

Peso

1715kg

Preço

199,680

Resumo técnico

Combustível

Gasolina

Transmissão

Automático 7v

Tração

AWD

Lugares

2 / 2 portas

Porta-malas

112 L

Tanque

83 L

Potência

397 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima540 CV / 397 kW
Torque máximo540 Nm
Tipo de combustívelGasolina
TransmissãoAutomático 7v

Capacidades

Tanque83 L
Porta-malas112 L

Análise detalhada do Audi R8 Coupé 5.2 FSI V10 397 kW (540 CV) quattro S tronic · 540 CV (2015-2018)

Descrição geral

O Audi R8 de 2015 não é apenas um carro, é uma declaração de princípios. Numa era que começava a flertar com a eletrificação e os turbos, a Audi presenteou-nos com uma joia da engenharia: um supercarro com um coração V10 atmosférico a pulsar nas suas costas. É a simbiose perfeita entre a brutalidade de um carro de corrida e a sofisticação e usabilidade que se espera de um Audi, uma máquina projetada para emocionar a cada quilómetro e para ser admirada mesmo parada.

Experiência de condução

Ligar o V10 é despertar uma fera. O som que emana do escape é uma melodia viciante, um uivo mecânico que se intensifica até às 7800 rotações, arrepiando a pele. A aceleração é visceral, cola-te ao banco com uma força incessante enquanto a caixa S tronic de dupla embraiagem engata mudanças com uma velocidade e precisão cirúrgicas. Graças à tração quattro, a sensação de controlo é absoluta, permitindo traçar curvas com uma confiança espantosa. Não é apenas rápido, é uma experiência sensorial completa que te conecta diretamente com o asfalto e a mecânica pura.

Design e estética

O design do Audi R8 é uma obra de arte funcional. A sua silhueta baixa e larga grita 'supercarro' de qualquer ângulo. As linhas são afiadas e musculosas, com as icónicas 'sideblades' que não só definem o seu perfil, mas também canalizam ar para o motor. A traseira é um espetáculo, com a cobertura de vidro que exibe com orgulho o motor V10 como se fosse uma joia. Cada detalhe, desde os faróis LED até ao difusor traseiro, foi pensado para otimizar a aerodinâmica e para criar uma presença imponente que atrai olhares por onde passa.

Tecnologia e características

Sob a sua pele de supercarro esconde-se a tecnologia mais avançada da Audi. O chassis Audi Space Frame, que combina alumínio e polímeros reforçados com fibra de carbono, confere-lhe uma rigidez excecional com um peso contido. O protagonismo no interior é do Audi Virtual Cockpit, um ecrã que concentra toda a informação e entretenimento, libertando a consola central e focando tudo no condutor. O sistema de tração quattro, com uma embraiagem multidisco capaz de distribuir o binário de forma variável, e a rapidíssima caixa S tronic são o cérebro e os músculos que traduzem a potência do motor num desempenho extraordinário e seguro.

Concorrência

No olimpo dos supercarros, o Audi R8 mediu forças com titãs. O seu rival mais direto e irmão de plataforma é o Lamborghini Huracán, com quem partilha o glorioso motor V10, mas oferecendo uma filosofia mais civilizada. O Porsche 911 Turbo, com o seu motor boxer biturbo e tração integral, sempre foi o seu némesis em termos de eficácia e desempenho em qualquer condição. Outros concorrentes como o McLaren 570S ou o Mercedes-AMG GT também lutavam pelo mesmo trono, cada um com as suas próprias armas, mas o R8 sempre se destacou pelo seu equilíbrio único entre prestações extremas e uma surpreendente facilidade de uso diário.

Conclusão

O Audi R8 V10 de 2015 é muito mais do que um carro rápido; é o canto do cisne de uma era dourada de motores atmosféricos. Representa o culminar da engenharia da Audi, unindo um motor lendário a um chassis sublime e à tecnologia mais avançada, tudo envolto num design que apaixona. É um supercarro que se pode usar diariamente sem sacrificar um pingo da emoção e do drama que se espera de uma máquina do seu calibre. Um futuro clássico instantâneo, uma experiência de condução pura e visceral que já é história do automobilismo.