Alfa Romeo Giulietta 1.4 Turbo Benzina 120cv Progression (2010)

2010
Gasolina
FWD
Manual 6v
Alfa Romeo Giulietta - Vista 1
Alfa Romeo Giulietta - Vista 2
Alfa Romeo Giulietta - Vista 3
Alfa Romeo Giulietta - Vista 4

Especificaciones y análisis del Alfa Romeo Giulietta

Potência

120CV

Torque

215Nm

Consumo

6.4l/100

Emissões

149g/km

0-100 km/h

9.4s

Vel. Máx.

195km/h

Peso

1355kg

Preço

20,725

Resumo técnico

Combustível

Gasolina

Transmissão

Manual 6v

Tração

FWD

Lugares

5 / 5 portas

Porta-malas

350 L

Tanque

60 L

Potência

88 kW

Estado

Atual

Especificações técnicas

Motor

Potência máxima120 CV / 88 kW
Torque máximo215 Nm
Tipo de combustívelGasolina
TransmissãoManual 6v

Capacidades

Tanque60 L
Porta-malas350 L

Análise detalhada do Alfa Romeo Giulietta 1.4 Turbo Benzina 120cv Progression (2010)

Descrição geral

O Alfa Romeo Giulietta surgiu em 2010 como uma lufada de ar fresco e paixão italiana no segmento dos compactos. Herdeiro do carismático 147, este modelo não só representava uma evolução, mas uma declaração de intenções: combinar a beleza das suas linhas com o prazer de condução que define a marca do 'biscione'. A versão 1.4 Turbo Benzina de 120 CV no seu acabamento Progression apresentava-se como o acesso a um mundo de sensações, um carro para o dia a dia com a alma de um desportivo.

Experiência de condução

Assumir o volante do Giulietta é uma experiência que vai além dos números. O motor 1.4 Turbo de 120 CV, embora modesto em potência, sente-se enérgico e cheio de vida graças a um turbo que empurra com decisão desde baixas rotações. A caixa de velocidades manual de seis velocidades é precisa e convida a brincar com ela, enquanto o chassis, com a sua elaborada suspensão traseira, transmite uma confiança absoluta. Não é um desportivo radical, mas em cada curva percebe-se esse 'cuore sportivo' que apaixona, um equilíbrio perfeito entre agilidade e conforto que te faz sorrir em cada trajeto.

Design e estética

O design do Giulietta é pura emoção esculpida em metal. A sua frente, dominada pelo icónico 'scudetto' da Alfa Romeo, confere-lhe um olhar agressivo e único. A silhueta flui com uma elegância atlética, culminando numa traseira robusta e musculosa. Um detalhe magistral são os puxadores das portas traseiras ocultos, que lhe conferem um enganador aspeto de coupé de três portas. Por dentro, o ambiente é igualmente passional, com um painel de instrumentos orientado para o condutor e mostradores desportivos que evocam a competição. É um carro que não só se conduz, admira-se.

Tecnologia e características

Embora seja um modelo de 2010, o Giulietta incorporava tecnologias pensadas para intensificar a experiência de condução. O protagonista indiscutível é o seletor Alfa DNA, um comando que permite transformar o caráter do carro com apenas um toque. No modo 'Dynamic', a resposta do acelerador torna-se instantânea e a direção mais firme, despertando o seu lado mais desportivo. Em 'Normal', prioriza o conforto e a eficiência, enquanto 'All-Weather' otimiza a segurança em condições adversas. Contava também com um sistema Start&Stop para melhorar o consumo, demonstrando que a paixão não estava em conflito com a inteligência.

Concorrência

Num mercado dominado pela sobriedade alemã do Volkswagen Golf, pela eficácia do Ford Focus ou pelo parentesco desportivo do SEAT León, o Alfa Romeo Giulietta jogava na sua própria liga: a da emoção. Enquanto os seus rivais premium como o BMW Série 1 ou o Audi A3 apostavam na qualidade de construção e na tecnologia, o Giulietta oferecia uma alma diferente, um design que virava cabeças e uma ligação mais visceral entre o condutor e a estrada. Era a escolha do coração, para aqueles que procuravam algo mais do que um simples meio de transporte.

Conclusão

O Alfa Romeo Giulietta 1.4 Turbo de 120 CV é muito mais do que um carro; é uma declaração de amor pelo automobilismo. É um veículo que te conquista primeiro pela visão e depois te apaixona pelo tato e pela audição. Apesar de a sua praticidade ou a qualidade de alguns plásticos interiores não atingirem a perfeição dos seus rivais teutónicos, compensava-o amplamente com um caráter e um prazer de condução inigualáveis na sua categoria. É um futuro clássico, um carro para quem entende que conduzir pode e deve ser uma fonte de alegria.